“Passei a querer e deixar entrar tudo o que sempre neguei. Digo, plural. Eu gosto do meu quarto com a luz baixa, a cama vazia, a música nos meus ouvidos e a minha respiração como a única pista de alguém vivo por aqui. Gosto da vida no meu singular bem resolvido, aparentemente. Mas a solidão um dia ganha um sorriso a mais, uma respiração para compassar na nossa, um som para abafar o nosso, alguém para ser conosco. Antes eu negava, agora, você sabe: eu nego a ideia de te perder.”
— Camila Costa.